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UNIDADE DE PELLETS RIO GRANDE DO SUL TERÁ INVESTIMENTO 1 BILHÃO DE REAIS 

Empresário estima que pedra fundamental da unidade, em Pinheiro Machado, possa ser colocada dentro de dois meses

 

O empresário paulista Luiz Eduardo Batalha tem uma meta audaciosa: dentro de 60 dias, quer colocar a pedra fundamental da fábrica de pellets que pretende erguer em Pinheiro Machado, na Campanha. A área, de 140 hectares, por onde passa ferrovia, já foi comprada. 

 

Material terá como destino países da Europa, para gerar energia.

 

Batalha trouxe ao Estado o investidor estrangeiro que, junto com ele, aplicará um total de US$ 350 milhões no projeto (cerca de R$

1 bilhão). Ele visitou a região e foi ciceroneado por autoridades do governo estadual. Para tocar a ideia, que vem sendo gestada há dois anos, foi criada a companhia Pellco

 

– Estamos nos finalmentes, acertando detalhes referentes ao porto de Rio Grande. Já temos a floresta contratada. E tudo com investimento privado – afirma Batalha.

 

O insumo para a produção serão 96 mil hectares, localizados em um raio de 50 quilômetros (que haviam sido plantados para o antigo projeto da Votorantim). Quando pronta a indústria, serão gerados 800 empregos somente na parte da colheita.

 

A capacidade instalada será, inicialmente de, 900 mil toneladas. 

 

Na segunda fase, esse potencial irá dobrar. A projeção é de que, iniciadas as obras, a unidade esteja concluída dentro de dois anos.
 

INSTALADA EM CUBA A PRIMEIRA EMPRESA DE PRODUÇÃO DE PELLETS DE MADEIRA 

Cuba recebe 1.ª empresa a produzir 'pellets' com lenha de podas na Península Ibérica

 

A primeira empresa na Península Ibérica de produção de briquetes e pellets de biomassa a partir de lenha de podas de vinhas e olivais vai instalar-se em Cuba, no Alentejo, num investimento de três milhões de euros.

 

Trata-se da empresa de transformação de combustíveis ecológicos Greenedge - Biomassa e Energia, "a primeira da Península Ibérica e uma das primeiras a nível europeu a laborar com recurso a material lenhoso proveniente de podas", refere a Câmara de Cuba, no distrito de Beja, num comunicado enviado hoje à agência Lusa.

 

A empresa, que está a ser construída no Parque Empresarial de Cuba e deverá criar 20 postos de trabalho, vai aproveitar e valorizar material lenhoso de podas de vinhas e olivais para produzir briquetes e pellets de biomassa, explica o município.
Briquetes e pellets são combustíveis orgânicos sólidos produzidos a partir de desperdícios de madeira e que servem como fonte de energia limpa para aquecer edifícios e produzir energia na indústria.

 

Segundo o município, a Greenedge vai ter capacidade para produzir 12 mil toneladas de briquetes e pellets e espera atingir um volume de negócios na ordem dos 2,5 milhões de euros por ano.

 

Em declarações à agência Lusa, o presidente da Câmara de Cuba, João Português, disse tratar-se de "mais um investimento importante" para o concelho e a terceira empresa a instalar-se no parque empresarial da vila.

 

A Greenedge "vai fazer um forte investimento e dar um contributo importante para a criação de postos de trabalho no concelho", sublinhou.

 

Por outro lado, frisou, trata-se da "primeira empresa do género na Península Ibérica a laborar com recurso a material proveniente de podas de vinhas, o que acaba por ser extremamente útil para o concelho de Cuba, que também é muito conhecido pela produção de vinha".

No Parque Empresarial de Cuba, criado pelo município, já estão instaladas duas empresas, uma nova de produção e comércio de rações para animais e uma queijaria que atua há mais de 80 anos e produz queijos de ovelha.

 

O parque, que ocupa oito hectares e está situado na Quinta da Graciosa, na saída da vila em direção a Ferreira do Alentejo, é composto por 29 lotes, mas só 26, com áreas entre 400 e 1.600 metros quadrados, ficaram disponíveis para instalação de empresas.

 

Segundo João Português, os 26 lotes do parque disponíveis para instalação de projetos empresariais já foram alienados a 17 empresas, com os quais o município já assinou contrato definitivo ou contrato promessa de compra e venda.
"A perspectiva é de que nos próximos anos se instalem mais empresas e o parque fique lotado e venha a ter um papel preponderante para o desenvolvimento da economia, a criação de emprego e a fixação de jovens" no concelho, estimou o autarca.
 



JAPÃO QUER DESENVOLVER NEGÓCIOS BIOMASSA BRASIL

A solicitação foi feita pelos representantes da Sumitomo, associada no Brasil a Cosan, ao ministro interino do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimentos, Eumar Novacki. Executivos da empresa Sumitomo querem que o governo brasileiro faça gestão junto ao governo japonês para facilitar a exportação de pellets produzidos a partir de resíduos da cana. 

 

O Japão, um dos maiores mercados para os pellets, incentiva a importação de biomassa, mas esse tipo de produto tem ingressado no país, simplesmente, como resíduo. Para tornar o comércio mais favorável é preciso que seja mudada a classificação do produto no país.

 

A solicitação foi feita pelos representantes da Sumitomo, associada no Brasil a Cosan, ao ministro interino do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimentos, Eumar Novacki. A joint venture formada pelas duas empresas, a Cosan Biomassa, possui uma planta de produção na região de Jaú (SP) e produz 175 mil toneladas de pellets por ano, mas tem como objetivo expandir a produção para 2 milhões de toneladas, até 2025, e para 8 milhões de toneladas no futuro.  

 

A estimativa é de que o Japão deverá importar entre dez e vinte milhões de toneladas de biomassa peletizada até 2030. A Finep está no negócio e apóia o projeto desde seu início, em 2010. A vantagem dos pellets é que são facilmente transportáveis. Na comitiva, estava Hiroshi Tomishima, presidente da Sumitomo Corporation do Brasil e da Corporate Officer e Diretor-Geral for South América - Sumitomo Corporation Japan.

 

Estima-se que há um potencial de cerca de 80 milhões de toneladas de pellets que poderiam ser geradas apenas pelo setor sucroalcooleiro no Brasil e que hoje ainda não é explorado - o montante equivale a três vezes o mercado mundial de biomassa peletizada.  

 

Apenas no estado de São Paulo este potencial chega a 45 milhões de toneladas de pellets. Com o aproveitamento dos resíduos agrícolas da cana-de-açúcar e a crescente preocupação com a mudança climática no mundo, o Brasil está posicionado para se tornar a Arábia Saudita da energia sustentável. 

 

Os principais mercados-alvo são Europa, Japão e Coréia do Sul que ainda hoje têm 30% de sua energia proveniente do carvão mineral. No Brasil, onde o gás e o óleo têm custo alto, a biomassa é uma alternativa bastante competitiva e grandes indústrias já demonstraram interesse.  Os Estados Unidos e Canadá exportaram em 2015 mais de 6 milhões de toneladas para Europa e Ásia enquanto o restante foi produzido localmente.

 

Quer conhecer mais detalhes sobre esta tecnologia e o mercado consulte o vídeo palestra Cana Energia, Tecnologia Industrial e Mercado Internacional em https://www.youtube.com/watch?v=lk9yZG_dtFo 
 

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TANAC MAIOR UNIDADE INDUSTRIAL DE PELLETS BRASIL

A Tanac, de Montenegro, investiu R$ 150 milhões em uma fábrica de pellets de madeira, no distrito industrial de Rio Grande.

 

 Estima-se que 90% do investimento será contrato com fornecedoras gaúchas e os 10% restantes relativos a equipamentos de pré-

moagem, moagem, peletização e resfriamento de fabricação alemã serão internalizados pelo porto de Rio Grande.  

 

A nova unidade tem uma produção de 350 mil toneladas/ano de pellets, absorvendo madeira produzida em cerca de 4 mil ha/ano. 

 

O projeto de pellets de madeira da Tanac é o maior da América Latina e será o primeiro instalado no Rio Grande do Sul, devendo abrir caminho para o Estado tornar-se um importante exportador do produto para a Europa, onde o incremento de demanda é projetado em torno de 50 milhões de toneladas/ano até 2020, considerando o programa de substituição de combustíveis fósseis por biomassa na União Européia.

 

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou a aprovação de financiamento de R$ 59,4 milhões para a Tanac, com sede em Montenegro, para implantação de uma fábrica de pellets de madeira em Rio Grande.
Produzidos a partir da compactação de serragem, os pellets são um biocombustível utilizado na Europa e nos Estados Unidos em substituição a combustíveis fósseis. .  A construção do empreendimento junto à unidade de cavacos da empresa em Rio Grande. 

 

De acordo com a Tanac, foi celebrado um acordo de longo prazo para o fornecimento de pellets com a Drax Power, do Reino Unido. A empresa britânica substituirá parte do uso de carvão em suas usinas pelo biocombustível. 

 

O BNDES informou ainda que a nova unidade será "a maior produtora de pellets da América Latina, e a primeira do mundo a produzir a partir da madeira de acácia negra". A previsão, segundo o banco, é de que sejam gerados 1,1 mil empregos diretos e indiretos durante a execução do projeto e outros 340 postos diretos e indiretos na operação da fábrica.

 

Quer conhecer mais detalhes sobre a tecnologia industrial de produção de pellets e o mercado internacional consulte o nosso estudo técnico em http://media.wix.com/ugd/09c803_3d12adb389a14a059241b15847714d46.pdf  
 

 



UNIDADE DE PELLETS DA COLOMBO ENERGY USA COMEÇA EXPORTAR PARA A CORÉIA DO SUL

Fábrica da Navigator nos EUA exporta primeiro navio até final do ano

 

A Colombo Energy Inc., participada da The Navigator Company que gere a unidade industrial produtora de pellets na Carolina do Sul (Estados Unidos) já tem assegurada a venda de 40% da sua produção por um prazo de dez anos.

 

“A Colombo Energy Inc. tem asseguradas por 10 anos vendas correspondentes a 40% da capacidade da fábrica, e que se destinam ao segmento industrial na Europa”, revela o relatório e contas consolidado da Semapa referente ao exercício de 2016. O Jornal Económico apurou que esta garantia resulta de um contrato estabelecido entre a participada da The Navigator Company e o grupo norte-americano Enviva. Este grupo está cotado na bolsa de Nova Iorque e assume-se como o maior produtor mundial de pellets de madeira, gerindo seis fábricas no sudeste dos Estados Unidos, nos estados de Virgínia, Carolina do Norte, Mississipi e Florida, que exportam grande parte da sua produção para centrais de energia no Reino Unido e na Europa Continental.

 

O referido relatório e contas da Semapa acrescenta ainda que “prosseguem os estudos do mercado residencial nos Estados Unidos, com o objetivo de direcionar 10% a 20% da capacidade [da fábrica] para esse mercado doméstico americano”.

 

A Colombo Energy entrou em laboração contínua no último trimestre de 2016 “e iniciou já as suas exportações para a Europa”. Segundo o relatório e contas da The Navigator Company referente ao primeiro trimestre deste ano, divulgado na passada quarta-feira, neste período, o volume de vendas desta unidade fabril foi de 15,4 mil toneladas, “um valor ainda baixo, mas que reflete a atual fase de arranque da fábrica”.

 

 Projecto da Colombo Energy, a fábrica de pellets da The Navigator Company (ex-Portucel) no Estado norte-americano da Carolina do Sul, já entrou em laboração contínua e "exportará o seu primeiro navio para a Europa durante o quarto trimestre", refere o grupo na apresentação dos resultados do terceiro trimestre.   

 

A empresa liderada por Diogo da Silveira (na foto) anunciou no final do 2014 o investimento de cerca de 110 milhões de dólares (89 milhões de euros) na fábrica de pellets (concentrados de madeira utilizados como combustível), que tem já asseguradas por 10 anos vendas correspondentes a 40% da capacidade da unidade fabril.

 

Segundo refere no comunicado, "prosseguem-se os esforços comerciais tanto no mercado industrial (Europa e eventualmente Japão/Coreia) como no mercado residencial (Europa e Estados Unidos).

 

Nos primeiros nove meses deste ano, o total do investimento realizado pelo grupo foi de 100,6 milhões de euros, dos quais 67,8 milhões na fábrica de pellets nos EUA.

 

Já em Moçambique realizou um investimento em activo fixo de 7,2 milhões de euros e estima um montante de cerca de 5,5 milhões de investimento em activos biológicos.

 

Neste país, a Navigator refere na apresentação dos resultados que a "conjuntura político-económica do país continuou a revelar-se instável, traduzindo-se em restrições de circulação e de segurança dos colaboradores e prestadores de serviços envolvidos no projecto, com prejuízo evidente no ritmo das operações".

 

Ainda assim, sublinha, nos primeiros nove meses deste ano, "os trabalhos de florestação têm vindo a decorrer a bom ritmo tendo sido plantados cerca de 4.400 hectares na Zambézia, suportados essencialmente pela produção de plantas a partir do viveiro florestal do Luá, que até à data, em 2016, disponibilizou já mais de 5,3 milhões de plantas clonais de eucalipto".

 

Paralelamente, refere ainda, foi concluído o primeiro ano do Plano de Desenvolvimento Social que permitiu lançar no terreno várias iniciativas de apoio às famílias e comunidades abrangidas por este projecto.

 

Neste período revela que foi também iniciada uma operação piloto de exportação de aparas de madeira de eucalipto a partir da Zambézia, através do porto de Nacala, "a qual servirá fundamentalmente para aferir sobre os procedimentos legais necessários para licenciar.

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